quarta-feira, 1 de agosto de 2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

terça-feira, 3 de julho de 2012

Me . . .



Eu gosto do desespero. Se eu estou triste, quero você ao lado. Se eu estou brava, quero você ao lado. Se eu estou num dia bom, quero você ao lado. Se meu dia foi péssimo, quero você ao lado. Quero o seu desespero. O meu desespero. Se eu viro as costas…quero você andando atrás. Se eu digo que não te quero mais…quero você gritando e me pedindo para te querer novamente. Se eu bato a porta…quero você com a mão na maçaneta. Se eu chuto o balde…quero você segurando o meu pé. Nem sempre as minhas ações condizem com as minhas palavras. Me conheça. Me decifre. Me ame. Me ache. Me devore.

sábado, 30 de junho de 2012

| Se tiver . . .


"Mas se tiver que roubar, roube todas as minhas tristezas. Se tiver que mentir, minta, mas para poder passar todas as horas comigo e se tiver que trair, por favor, traia a morte, porque eu não posso passar um dia sem você. ” ♥

"Somos diferentes. Sentimos de forma diferente. Tivemos experiências diferentes. Temos cicatrizes diferentes. E é isso que faz com que cada pessoa seja única e especial."

domingo, 17 de junho de 2012

Constante Sonora



Sobre aquilo que sente ao ouvir...

| Separação :|



E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perda da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil. Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

sexta-feira, 15 de junho de 2012


Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência.

Segue Aê '